sábado, 13 de outubro de 2012

Era uma vez no Oeste


Era uma vez no Oeste



Era uma vez no Oeste

Para mim é o melhor Western de sempre,  alia todos os ingredientes do velho Oeste com uma banda sonora extraordinária dirigida pelo o compositor  Ennio Morricone e um dos melhores Directores de todos os tempos Sergeo Leone, que dirigiu, na minha opinião, entre outros o melhor filme da historia do cinema   "Era uma vez na América".  
 Era uma vez no Oeste, mostro aqui o início do filme foi considerado lento pela crítica e pelo público, Era uma vez no oeste foi um fracasso de bilheteira. O filme só foi reconhecido mais tarde, e hoje é aclamado como um dos melhores filmes de todos os tempos. É considerado também o melhor western já produzido. O filme tem uma pontuação quase perfeita de 98% no site Rotten Tomatoes. Houve um erro na tradução do título original para o inglês, e, consequentemente, para o português. O título em italiano, "C'era una volta il west", significa "Era Uma Vez o Oeste", ou seja, o fim do Oeste como era conhecido, que terminou com a chegada do progresso. Era uma vez no oeste é centrado em quatro protagonistas: a ex-prostituta Jill McBain, o bandido Cheyenne, o pistoleiro de aluguer Frank, e um homem misterioso que sempre traz consigo uma harmónica. Os quatro acabam se cruzando quando Morton, um barão ferroviário, contrata Frank para afugentar Brett McBain, dono de terras que iriam valorizar consideravelmente com a chegada da ferrovia, e seus filhos. Porém o pistoleiro decide massacrar a família e depois planta evidências incriminando Cheyenne. Nesse meio-tempo, Jill chega à cidade, vinda de Nova Orleães, e revela que se casara com Brett McBain e que portanto as terras ainda tinham dono. O homem com a harmónica, aparece e junto com Cheyenne ajudam a mulher a manter sua propriedade. Harmónica tem contas a acertar com Frank e no final do filme o motivo da vingança é revelado instantes antes do duelo entre os dois. Esta cena final pode vê-la clicando na imagem ou aqui.
Sergeo Leone
Sergeo Leone - Foi um dos mais brilhantes cineastas da sua geração e inventor de um estilo em que não faltam lances de pura genialidade. Ele é hoje fonte de inspiração para novos cineastas como Quentin Tarantino e Robert Rodriguez.
Nos anos 60, quando o cinema italiano era essencialmente voltado para as comédias, Sergio Leone foi um dissidente, primeiro especializando-se em filmes épicos e depois na recriação do Oeste e nos filmes de western. Ele passou treze anos preparando o clássico Era uma vez na América, um épico ganguerista lançado em 1984 no Festival de Cannes.
Filho de um antigo industrial do cinema, ele ficou conhecido mundialmente por popularizar o género do western spaghetti. Ele começou com dezoito anos como assistente de direcção em filmes de cineastas como Vittorio De Sica, Luigi Comencini e Mervyn LeRoy.